TAP: pensar é preciso

 

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Quanto à TAP, com condições – hoje – para ser o “segundo BES” dos próximos anos penso que se deveria ponderar, medindo os prós e os contras:
1. Quanto custa, mesmo, ao país “acabar” com a TAP e quanto se espera que ela custe aos cofres públicos nos próximos dez anos.
2. Se o serviço público que a companhia aérea presta (o qual, nas palavras de Marcelo se resume a uma palavra: “Comunidades”) não pode ser fornecido por concessões a privados designadamente nas ligações aéreas às comunidades portuguesas na Europa e às Ilhas Atlânticas.
3. Quanto custaria (e se pouparia) criando uma “nova TAP” para rotas de longo curso que sirvam as comunidades portuguesas dispersas pelo mundo fora, com poucos mas bons aviões de longo curso.
4. Os níveis salariais, regalias, privilégios e absentismo dos trabalhadores da TAP devem ser tema de qualquer reestruturação em curso.
5. A permanência em Lisboa de um Hub é a verdadeira grande questão não a da existência de uma “companhia de bandeira” ou do “serviço às Comunidades”.
6. A concepção e necessidade imperativa de que um país soberano tem que ter “uma empresa de bandeira” é absurda porque anacrónica.

Rui Martins

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Uma resposta

  1. Uma boa meia dúzia de questões que certamente todos os portugueses gostariam de ver respondidas.
    Não sei se o que acrescento e totalmente verdade, mas li, já não me recordo onde:
    A TAP só transporta cerca de 20% de turistas chegados a Portugal.
    Se for verdade serve para muito pouco!

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