Portugal esfarela ao sol. É apenas um sítio, virado para o Atlântico, um Cabo Cadaveral. Seria aconselhável que os elencos autárquicos fossem bem mais pequenos; que as assembleias tivessem reais poderes e que fosse a população a escolher os seus representantes, de modo direto e, não os partidos. Sumário 1 – O folclore eleitoral em … Continue a ler A decrepitude periférica
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