Este artigo vai apenas delinear alguns dos fatores e acontecimentos verdadeiramente estranhos, para não fizer profundamente suspeitos, que precederam e se sucederam ao assassinato do Professor e Chefe de Departamento de um Laboratório de Pesquisa sobre Plasma e Fusão Nuclear (“Plasma Science and Fusion Center, Massachussets Institute of Technology”), o agora falecido Português Nuno Loureiro.
Não estamos, de momento, necessariamente a negar a veracidade destas alegações pela parte do sistema policial dos EUA. Somente se segue uma coletânea de alguns elementos que podem, ou não, estar ligados a este homicídio e que nos podem a levantar algumas perguntas incómodas.
“O Sol é um enorme reator de fusão gratuito no céu.
É super idiota fazer pequenos reatores de fusão na Terra.
Mesmo que nós queimassemos 4 Júpiteres, o Sol ainda arredondaria para 100% de toda a energia que jamais será produzida no sistema solar!!
Parem de desperdiçar dinheiro com reatorzinhos patéticos, a menos que vocês reconheçam ativamente que eles estão lá apenas para o seu projetozinho científico de estimação, pqp.”
Ora, devemos lembrar que era precisamente esta a grande missão que servia de fio condutor na carreira académica do Professor Nuno Loureiro. Segundo a MSN, o trabalho do Nuno Loureiro antes de ser assassinado era da seguinte natureza:
“Em que investigação estava a trabalhar o Professor Nuno Loureiro?
Loureiro era um físico teórico de plasmas, uma área que estuda o comportamento de gases electricamente carregados em condições extremas…
No MIT, a investigação de Loureiro centrou-se em temas como a reconexão magnética, a turbulência em plasmas e a geração e amplificação de campos magnéticos.
A reconexão magnética é um fenómeno que ocorre quando campos magnéticos orientados em direcções opostas se rompem e se reorganizam; este processo liberta de forma explosiva a energia armazenada no campo, aquecendo e acelerando partículas.
A reconexão é o principal mecanismo por detrás das erupções solares que emergem da superfície do Sol. O mesmo processo pode também ocorrer quando o escudo magnético da Terra é atingido por um vento solar com polaridade oposta — acelerando partículas que se deslocam ao longo das linhas do campo geomagnético até aos polos, produzindo as auroras boreal e austral.
Segundo a NASA — que está a investigar este processo em torno da Terra através da sua missão de satélites “TRACERS”, lançada em Julho deste ano — um único evento de reconexão magnética pode libertar tanta energia como toda a que os Estados Unidos consomem num dia.
Compreender o funcionamento da reconexão é vital para o esforço de viabilizar a fusão nuclear — o processo que alimenta o Sol — aqui na Terra.
Concepções de reactores em forma de donut, designadas por “tokamaks”, utilizam ímanes para conter plasma aquecido a milhões de graus, recriando assim as condições existentes nas estrelas onde ocorre a fusão.
A reconexão magnética é, no entanto, um obstáculo à fusão comercialmente viável, uma vez que pode provocar “colapsos” que mantêm a temperatura do plasma abaixo do limiar necessário à fusão.
Em trabalhos publicados recentemente, Loureiro e os seus colegas modelaram a forma como a reconexão é afectada por mecanismos de retroacção a diferentes escalas, por instabilidades resultantes de diferentes velocidades de deriva entre electrões e iões no plasma, e pelo arrefecimento radiativo das lâminas de corrente do plasma.
Enquanto director do Plasma Science and Fusion Center do MIT, Loureiro supervisionou programas de investigação destinados a melhorar a compreensão científica necessária para futuros sistemas de energia de fusão.
Em Junho deste ano, foi citado num comunicado do MIT sobre uma nova instalação concebida para acelerar a investigação em fusão, descrevendo-a como um esforço para enfrentar “os desafios tecnológicos mais complexos da fusão” associados à transição energética global…”
O Elon Musk também pareceu, de uma forma abrupta e algo defensiva, negar que hajam grande descobertas que estejam a ser escondidas pelo governo Americano, nomeadamente na área da propulsão, durante um podcast com o Joe Rogan a 28 de Fevereiro de 2025. Disse que se houvessem desenvolvimentos que poderiam afectar e competir com a tecnologia de propulsão da SpaceX, a sua empresa de naves espaciais, que ele ou saberia ou iria certamente vir a saber.
E talvez o factor mais estranho de todos foi o anúncio, praticamente o dia a seguir do assassinato do Nuno Loureiro, a 18 de Dezembro de 2025, que uma das companhias de Donald Trump, Trump Media & Technology Group (TMTG), que detém a rede social Truth Social, se iria fundir com a TAE Technologies, que trabalha precisamente na área da fusão nuclear. A empresa de Donald Trump “TMGT” era até agora sobretudo uma companhia de comunicação. O artigo da BBC menciona que:
“A empresa por detrás da plataforma Truth Social, do Presidente Donald Trump, está a fundir-se com uma empresa de energia apoiada pela Google, num negócio avaliado em mais de 6 mil milhões de dólares (4,4 mil milhões de libras).
A Trump Media & Technology Group (TMTG) e a TAE Technologies anunciaram os planos na quinta-feira, num comunicado conjunto, no qual afirmaram que a operação iria “criar uma das primeiras empresas de fusão cotadas em bolsa do mundo”.
A energia de fusão é um método de produção de energia a partir do calor libertado por reacções de fusão nuclear. Poderá libertar enormes quantidades de energia com pouca radioactividade associada.
O comunicado referiu que a empresa resultante planeia iniciar, no próximo ano, a construção da “primeira central de energia de fusão à escala utilitária do mundo”, prevendo-se a construção de outras centrais posteriormente.”
Serão estas somente série de coincidências estranhas, ou estarão estes eventos ligados? Será que o Professor Nuno Loureiro estava prestes a ter uma descoberta importante, a qual iria potencialmente abalar o mercado energético? Ou será que já lá tinha chegado? E mesmo sendo o caso, ou não, terá sido o seu assassinato somente um caso de um ex-colega que enlouqueceu, que tinha inveja dele e dos seus grandes feitos, enquanto que ele, o alegado assassino, parecia condenado ao anonimato e fracasso?