As Estranhas Ligações entre Elon Musk, Donald Trump e o Assassinato do Brilhante Físico Nuclear Nuno Loureiro

Este artigo vai apenas delinear alguns dos fatores e acontecimentos verdadeiramente estranhos, para não fizer profundamente suspeitos, que precederam e se sucederam ao assassinato do Professor e Chefe de Departamento de um Laboratório de Pesquisa sobre Plasma e Fusão Nuclear (“Plasma Science and Fusion Center, Massachussets Institute of Technology”), o agora falecido Português Nuno Loureiro.

A história oficial é que o Professor Nuno Loureiro foi assassinado por um ex-colega de Faculdade, com quem frequentou o mesmo curso em Portugal no Instituto Superior Técnico. O alegado homicida foi encontrado morto numa arrecadação em New Hapshire, depois de alegadamente ter cometido suicídio. Não parece ter sido encontrado qualquer nota de suicídio, nem um manifesto, nem algo que possa explicar em maior detalhe quais os motivos por detrás desde cobarde homicídio. O mesmo suspeito, Claudio Manuel Neves Valente, é também acusado de ter estado por detrás do recente tiroteio na Universidade de Brown.

Não estamos, de momento, necessariamente a negar a veracidade destas alegações pela parte do sistema policial dos EUA. Somente se segue uma coletânea de alguns elementos que podem, ou não, estar ligados a este homicídio e que nos podem a levantar algumas perguntas incómodas.

Primeiro, a 14 de Dezembro de 2025, exatamente três dias antes do assassinato do brilhante Professor Nuno Loureiro, o Elon Musk escreveu uma declaração na rede social X a criticar o conceito de construir reatores de fusão para produzir energia, em que declara que:

“O Sol é um enorme reator de fusão gratuito no céu.
É super idiota fazer pequenos reatores de fusão na Terra.

Mesmo que nós queimassemos 4 Júpiteres, o Sol ainda arredondaria para 100% de toda a energia que jamais será produzida no sistema solar!!

Parem de desperdiçar dinheiro com reatorzinhos patéticos, a menos que vocês reconheçam ativamente que eles estão lá apenas para o seu projetozinho científico de estimação, pqp.”

Ora, devemos lembrar que era precisamente esta a grande missão que servia de fio condutor na carreira académica do Professor Nuno Loureiro. Segundo a MSN, o trabalho do Nuno Loureiro antes de ser assassinado era da seguinte natureza:

“Em que investigação estava a trabalhar o Professor Nuno Loureiro?

Loureiro era um físico teórico de plasmas, uma área que estuda o comportamento de gases electricamente carregados em condições extremas…

No MIT, a investigação de Loureiro centrou-se em temas como a reconexão magnética, a turbulência em plasmas e a geração e amplificação de campos magnéticos.

A reconexão magnética é um fenómeno que ocorre quando campos magnéticos orientados em direcções opostas se rompem e se reorganizam; este processo liberta de forma explosiva a energia armazenada no campo, aquecendo e acelerando partículas.

Foto: Instituto Superior Técnico, retirada do artigo do Jornal de Notícias, disponível aqui: https://www.jn.pt/mundo/artigo/fisico-do-mit-e-alegado-homicida-foram-colegas-de-curso-no-instituto-superior-tecnico/18032095

A reconexão é o principal mecanismo por detrás das erupções solares que emergem da superfície do Sol. O mesmo processo pode também ocorrer quando o escudo magnético da Terra é atingido por um vento solar com polaridade oposta — acelerando partículas que se deslocam ao longo das linhas do campo geomagnético até aos polos, produzindo as auroras boreal e austral.

Segundo a NASA — que está a investigar este processo em torno da Terra através da sua missão de satélites “TRACERS”, lançada em Julho deste ano — um único evento de reconexão magnética pode libertar tanta energia como toda a que os Estados Unidos consomem num dia.

Compreender o funcionamento da reconexão é vital para o esforço de viabilizar a fusão nuclear — o processo que alimenta o Sol — aqui na Terra.

Concepções de reactores em forma de donut, designadas por “tokamaks”, utilizam ímanes para conter plasma aquecido a milhões de graus, recriando assim as condições existentes nas estrelas onde ocorre a fusão.

A reconexão magnética é, no entanto, um obstáculo à fusão comercialmente viável, uma vez que pode provocar “colapsos” que mantêm a temperatura do plasma abaixo do limiar necessário à fusão.

Em trabalhos publicados recentemente, Loureiro e os seus colegas modelaram a forma como a reconexão é afectada por mecanismos de retroacção a diferentes escalas, por instabilidades resultantes de diferentes velocidades de deriva entre electrões e iões no plasma, e pelo arrefecimento radiativo das lâminas de corrente do plasma.

Enquanto director do Plasma Science and Fusion Center do MIT, Loureiro supervisionou programas de investigação destinados a melhorar a compreensão científica necessária para futuros sistemas de energia de fusão.

Em Junho deste ano, foi citado num comunicado do MIT sobre uma nova instalação concebida para acelerar a investigação em fusão, descrevendo-a como um esforço para enfrentar “os desafios tecnológicos mais complexos da fusão” associados à transição energética global…”

O Professor Nuno Loureiro estava no epicentro da fundação de uma pequena empresa, muitas vezes apelidadas de “Startup”, chamada Commonwealth Fusion Systems, a qual já tinha angariado 3 mil milhões de Dólares em investimentos privados. Esta empresa diz no seu site ser a “maior e mais avançada empresa de fusão nuclear comercial”.

O Elon Musk também pareceu, de uma forma abrupta e algo defensiva, negar que hajam grande descobertas que estejam a ser escondidas pelo governo Americano, nomeadamente na área da propulsão, durante um podcast com o Joe Rogan a 28 de Fevereiro de 2025. Disse que se houvessem desenvolvimentos que poderiam afectar e competir com a tecnologia de propulsão da SpaceX, a sua empresa de naves espaciais, que ele ou saberia ou iria certamente vir a saber.

E talvez o factor mais estranho de todos foi o anúncio, praticamente o dia a seguir do assassinato do Nuno Loureiro, a 18 de Dezembro de 2025, que uma das companhias de Donald Trump, Trump Media & Technology Group (TMTG), que detém a rede social Truth Social, se iria fundir com a TAE Technologies, que trabalha precisamente na área da fusão nuclear. A empresa de Donald Trump “TMGT” era até agora sobretudo uma companhia de comunicação. O artigo da BBC menciona que:

“A empresa por detrás da plataforma Truth Social, do Presidente Donald Trump, está a fundir-se com uma empresa de energia apoiada pela Google, num negócio avaliado em mais de 6 mil milhões de dólares (4,4 mil milhões de libras).

A Trump Media & Technology Group (TMTG) e a TAE Technologies anunciaram os planos na quinta-feira, num comunicado conjunto, no qual afirmaram que a operação iria “criar uma das primeiras empresas de fusão cotadas em bolsa do mundo”.

A energia de fusão é um método de produção de energia a partir do calor libertado por reacções de fusão nuclear. Poderá libertar enormes quantidades de energia com pouca radioactividade associada.

O comunicado referiu que a empresa resultante planeia iniciar, no próximo ano, a construção da “primeira central de energia de fusão à escala utilitária do mundo”, prevendo-se a construção de outras centrais posteriormente.”

Serão estas somente série de coincidências estranhas, ou estarão estes eventos ligados? Será que o Professor Nuno Loureiro estava prestes a ter uma descoberta importante, a qual iria potencialmente abalar o mercado energético? Ou será que já lá tinha chegado? E mesmo sendo o caso, ou não, terá sido o seu assassinato somente um caso de um ex-colega que enlouqueceu, que tinha inveja dele e dos seus grandes feitos, enquanto que ele, o alegado assassino, parecia condenado ao anonimato e fracasso?

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