
À data em que escrevo este artigo, os ficheiros Epstein ainda não foram todos lançados, porém, esta última fase de revelação de documentos já pinta um cenário absolutamente monstruoso, e de certa forma, ainda inacreditável de tão perversa que é a realidade que demonstra. Afinal, pelo menos no que toca aos Estados Unidos da América e Isreal, somos mesmo “governados por um cabal de elites que violam, torturam, matam e canibalizam crianças”, e no que toca a ao caso de Jeffrey Epstein especificamente, faziam isto enquanto estavam a ser filmados para depois o material ser usado como kompromat para serem chantageados de forma a trabalharem ao serviço do Estado de Isreal. Jeffrey Epstein era, obviamente, um agente da Mossad e tinha extensas ligações com a CIA. Num e-mail de Jeffrey Epstein dirigido ao Peter Thiel, outra personagem macabra, fundador da PayPal e mais tarde investidor no Facebook e Palantir, Jeffrey Epstein diz a Thiel “como provavelmente sabes, eu represento os Rothschilds“. Os Rothschilds são uma das famílias mais ricas do mundo, foram uma das principais forças motrizes por detrás da fundação do Estado de Israel assim como tendo tido um papel importante nas finanças do Vaticano, sobretudo a partir do século 19, entre outras coisas. O Jeffrey Epstein trocava muitos e-mails com figuras chaves dessa perniciosa e macabra dinastia financeira. Este e-mail está disponível por enquanto no site do Department of Justice Americano aqui e aqui, mas também disponível permanentemente aqui- EFTA02470755 (Epstein- As you probably know, I represent the Rothschilds.

Afinal é mesmo possível, até extremamente provável, que as festas com contornos ritualísticos como o famoso “Baile Surrealista dos Rothschilds” de 1972 organizado claro, pela família Rothschild, tenham incluido e incluam actos de violação, tortura e canibalismo, sendo que a maior parte das vítimas são crianças e adolescentes. Inserimos algumas das fotos conhecidas deste baile que aconteceu no Château de Ferrières em Seine-et-Marne, na França.



Esta afirmação pode parecer exagerada, louca, lunática, descabida, ridícula e fantasiosa. Mas as acusações, elementos e factos apresentados nos ficheiros do Epstein demonstram que de facto não são nem despropositadas nem loucas, de tão consistentes que são as acusações e de tão fidedignas que são as provas apresentadas. Os documentos mostram mensagens em que Jeffrey Epstein troca, com toda a normalidade e frieza, e-mails que falam de trocas de vídeos de tortura, o uso de crianças como se fossem mercadoria descartável, permissões para matar pessoas, e relatos consistentes de vítimas que dizem que pessoas como Donald Trump e Principe Andrew, e muitos outros e outras, violam, torturam e matam crianças em festas e cenários quase ritualísticos.
Toda a vida estudei “teorias da conspiração”. Sociedades secretas arrogantes que pensam serem superiores a nós. Sociedades secretas que escolhem quem vai ocupar cargos importantes através de procedimentos secretos. Todo o caso Epstein confirmam totalmente todas estas acusações, ou no mínimo confirmam que os seus contornos são de forma geral credíveis e reais. Porém as revelações dos ficheiros Epstein vão muito, muito mais longe.
Talvez o mais perto que a Casa das Aranhas tenha chegado a uma descrição da realidade que agora podemos comprovar foi num artigo que criticava os programas de “austeridade” e “consolidação fiscal” aplicados na era pós-crise da dívida pública, chamado “A Austeridade é Assim, o Nosso Sistema, É Este“.
Uma das componentes mais presciente do artigo é a utilização de uma seção do filme Metropolis, 1927, de Fritz Lang, que estabelece paralelos entre a sociedade industrial e um sistema que sacrifica os trabalhadores e pessoas comuns a uma estátua do Moloch.
Um ritual parecido aconteceu a 3 de Julho de 1933, em Chicago nos Estados Unidos da América.
No artigo “A Austeridade é Assim, o Nosso Sistema, é Este“, escrevi:
“É durante o presente período de austeridade que o sistema se revela por aquilo que verdadeiramente é- uma máquina diabólica, Moloch, o monstro que se alimenta dos humanos. Para sobreviver, esta máquina, na sua terrível fúria, fruto das suas contradições inerentes, demonstra a sua verdadeira natureza e assume a forma de entidade diabólica que se alimenta da carne humana. Para o fazer, sacrifica de uma maneira cíclica e ritualística a população de forma a perpetuar a sua abominável existência. Os agentes do sistema, os seus guardiões, os padres do sacrifício, levam os fracos para a boca do monstro que os devora com os seus dentes, que os queima pelo fogo, que os sufoca com o fumo. Insaciável por natureza, mas temporariamente apaziguado, o monstro retoma o seu disfarce de máquina benigna enquanto que a população, desesperada e submissa, se limita a contar as vítimas e a socorrer os feridos. Mas a população continua escravizada, continua moribunda. A sua condição é tão miserável que se contenta com esta pausa. Durante um breve período, estará a salvo da boca do monstro. Mas até quando? A qualquer momento, o monstro irá acordar da hibernação para nos devorar mais uma vez.”
Não fazia a mínima ideia de que afinal, tinha razão na minha descrição, de forma muito mais literal do que alguma vez poderia ter imaginado.
João Silva Jordão
O Caso Epstein pode ser resumido da seguinte forma : Epstein namorou com a filha de Robert Maxwell, agente da Mossad.Muito possivelmente, tornou-se agente da Mossad. E utilizava a sua ilha de modo a fazer chantagem com políticos e cientistas.