Reedição do azar dos Templários para os promotores da pandemia

Dia 13 de Agosto de 2021 voltou a acontecer uma sexta feira 13, quando se celebra o azar dos Templários. Não sei se esta sexta feira irá ficar marcada no anedotário universal. Mas sei que bem o poderia ficar.

Nesse dia recebi três notícias, duas oficiais, que destroem a razão de ser da pandemia, dando razão aos que têm refilado (é o termo) contra a subversão de todas as regras médicas estabelecidas até à decisão política de se lançar o alarme de uma pandemia global.

Oficiosamente recebi a notícia de estarem finalizadas provas científicas da existência de curas baratas e rápidas para a COVID-19, em razão de esforços de médicos que sabem faz muitos meses como o fazer. Em Portugal e noutros lados, médicos e pessoas informadas por razões profissionais têm-se tornado activistas, como António Ferreira, para denunciar, sem ser ouvidos, a censura oficial contra os doentes COVID-19 que morreram e morrem sem ter cuidados que há quem saiba que existem (e por isso refilam), para não falar do impacto em doentes de outras causas que viram os serviços de saúde indisponíveis ou da degradação silenciosa da saúde mental geral, e das crianças, jovens e seus cuidadores, em particular.

Oficialmente, com a aprovação da OMS, com toda a lata do mundo, o relator do trabalho de suposta investigação inconclusiva da OMS sobre as origens da epidemia, vem agora dizer o contrário do que escreveu no relatório aprovado pela OMS, há poucas semanas. Em vez da origem no mercado de frescos, através de algum animal exótico (para nós) que é comido pelos chineses, afinal a origem da epidemia poderá estar localizada num funcionário (qual?) do laboratório que faz experiências com vírus, perto do mercado de Wuhan.

Talvez se venha a descobrir que tenha sido ele quem foi (mandado por quem e para quê?) ao mercado. Ou talvez a história do mercado seja apenas uma distracção. Distracção foi, agora oficialmente, a frase escrita pelo agora denunciante e relator das conclusões de uma investigação inconclusiva e, todavia, enganadora, de que a probabilidade de o vírus ser criação humana era desprezível. É o equivalente histórico à declaração do general Colin Powell sobre a existência de provas de armas de destruição maciça no Iraque, para espoletar a guerra. A guerra contra o vírus foi espoletada sem se saber que o ADN do vírus poderá ter sido descodificado por quem o codificou artificialmente para fazer experiências. Experiências em laboratório que terão sido (distraidamente?) passadas ao vivo.

Outra notícia oficial é que a OMS começou a fazer testes de uma possível cura para a COVID 19 com medicamentos já existentes e usados para curar outros problemas de saúde, a tal cura que (por não existir) fez morrer milhares de pessoas por todo o mundo, lançou o pânico de uma pandemia de rara incidência sintomática e de fácil cura, barata e rápida, segundo reclamam médicos desde o início (reclamando também por não serem ouvidos e serem perseguidos tanto pelo estado como pela comunicação social).

Ano e meio depois de terem mudado à força a vida de centenas de milhões de pessoas, a pretexto de haver um vírus novo que não provoca sintomas e mata pouco, mas se difunde muito depressa, para cujas doenças não há cura e, por isso, enchem os hospitais de pessoas sem tratamento a precisar de cuidados paliativos (para que os hospitais não estão vocacionados), vêm dizer-nos que afinal o vírus pode (?) ter sido feito em laboratório (mas os seus produtores não notaram a semelhança entre o vírus pandémico e aquele que produziram em laboratório) e que há curas potenciais para a doenças que nunca foram testadas (talvez por a OMS estar ocupada a preparar as conferências de imprensa)?

Há quem, no meio da confusão, se assegure magicamente a si mesmo de que este pesadelo não pode ser um pesadelo. É que, além dos mais idosos, foram os profissionais de saúde as principais vítimas da doença. Ora, se eles soubessem que havia curas, ainda que potencial e experimental, não as teriam testado em si mesmos?

Caro leitor, se está nesta situação, por favor releia o penúltimo parágrafo outra vez. Diga-me, ano e meio depois de espoletar e, portanto, criar uma pandemia, a OMS diz que desconfia que afinal o vírus pode ter sido fabricado e que é possível haver cura para uma doença que, existindo, teria evitado muitas mortes, a ocupação dos hospitais, o pânico e os sucessivos confinamentos, a produção de vacinas? A OMS diz isto e os jornalistas e políticos que não fazem outra coisa, há ano e meio, do que acompanhar a pandemia não têm nada para comentar a respeito destas notícias? E a população drogada com tanta desinformação não é capaz de somar 2 e 2 e ver as teses negacionistas a serem adoptadas como explicação oficial, à luz do dia?

Os médicos e outros profissionais de saúde são, apesar de mais inteligentes e socialmente empenhados, pessoas como todos nós: descrentes de que a ciência e a política, afinal, se confundam com as teorias da conspiração.

Será que o azar celebrado todas as sextas feiras treze vai continuar a ser um segredo conspirativo à margem da história, embora os Templários tenham sido os financiadores da Ordem de Cristo e do Infante D. Henrique, que projectaram os Descobrimentos…

 

Entretanto, com base na evidência a que tem acesso, a Direcção Geral da Saúde decidiu que é cientificamente correcto vacinar crianças a quem o vírus não causa qualquer problema. Alegou que a empresa que produz e vende vacinas (só para os países que as podem comprar) mostrou que as vacinas, cujos testes não foram realizados como era costume antes da emergência que subverteu as regras de demonstração de evidências (mas as manteve para testar potenciais curas), poderão ser seguras para esse grupo etário. O Primeiro-Ministro diz que é uma mera decisão científica (?) e o Presidente da República diz que é uma decisão política que cabe ao governo. O governo decidiu fazer a decisão política de entregar a responsabilidade da decisão científica à Direcção Geral da Saúde, como se sabe um centro de investigação muito acreditado no seio da comunidade científica obediente. Politicamente, o governo protege-se contra algum eventual confronto com os pais indecisos das crianças a vacinar.

O meu desejo é que, para nossa sorte (que ainda não se vislumbra), esta sexta-feira 13 tenha sido bem azarada para os conspiradores oficiais.

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2 respostas

  1. Lol, isto é suposto passar por jornalismo?
    Ainda me lembro do tempo em que a casa das aranhas tentava fazer jornalismo a sério, tenho pena que tenha escorregado para o negacionismo.

  2. o texto não é, de todo, negacionista. o texto releva as contrariedades no seio de instituições como a OMS motivadas pelos interesses dos estados que a financiam, óbvios interesses que sabemos existir e que nunca deixaríamos passar por teorias da conspiração. o contrário seria A CASA DAS ARANHAS vir por aí dizer que a maçonaria nem existe porque todos os maçons houveram morrido…

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