Será possível que a pandemia tenha sido inventada para nos incomodar? (1)

Tenho a sorte de ser amigo de Ramiro Araújo, médico que escreveu dia 5 de Janeiro de 2021, no Tweet: “Quando. em Março 2020 foram decretadas medidas de confinamento e afirmada «urbi et orbi» a inexistência de antivíricos eficazes contra o «novo Cov H», não admiti que pudesse ser verdade… Pelo menos a AMANTADINA, no mínimo, deveria ser um «airbag» protetor contra a grande ameaça! A molécula da amantadina tem propriedades que proporcionam SIMULTANEAMENTE efeito ANTIVÍRICO (já em 1965 foi aprovada pelo FDA para tratamento da gripe asiática) e vários [outros] efeitos [nomeadamente] sobre RECEPTORES SINÁPTICOS, para os quais eu a prescrevo com sucesso há muitos anos”.

Um médico mexicano, José Dolores, teve a mesma ideia. Apoiado pelo seu filho Gonzalo Aranda, professor e investigador de bioquímica molecular, verificou, na prática, a sua eficácia. Outros médicos tiveram a mesma ideia terapêutica. A memantina foi também usada com sucesso para ajudar doentes COVID-19. Ramiro Araújo, entusiasmado, apressou-se a reportar a sua experiência, publicou-a, ofereceu-a à Ordem dos Médicos e ao ministério da saúde.

Ficou surpreso quando não obteve resposta. A Ordem e o ministério estariam em melhores condições do que ele para testar e divulgar a experiência, suscitando nos colegas o seu uso organizado e ponderado, para beneficio dos doentes e da sociedade.

Uma familiar de uma doente agradecida que trabalha em comunicação social pediu uma entrevista. Seria uma forma de comunicar a boa nova. A entrevista foi produzida e posta a circular, em Julho de 2020. Foi imediatamente atacada como teoria da conspiração por um jornalista, pelo Bastonário da Ordem dos Médicos, pela OMS, instituição que nem sequer fora mencionada na entrevista.

A que se deve esta ansiedade da comunicação social, da profissão, das instâncias internacionais contra um profissional que faz o seu trabalho? Porque é que a este médico, e os outros como ele, em, vez de palmas os mandaram calar de forma nada cortês e ameaçadora? Que se passará com os outros profissionais que também praticam terapêuticas de mitigação e eventual cura dos seus doentes? Porque é que os médicos exaustos que se têm sacrificado para assistir aos hospitais superlotados não lhes é permitido acesso a esta informação terapêutica?

Porque é que a OMS, os governos de todo o mundo, a profissão dos médicos, desistiram de procurar curas para os doentes COVID-19? Porque é que tudo parou, ao ponto de parar sectores inteiros da economia, como a aviação, o turismo e até a restauração, por exemplo, à espera da vacina que não havia e foi preciso fabricar à pressa? Porque é que as pessoas confundem a vacina como uma cura da doença?

A pergunta, em síntese, é a seguinte: será possível nas sociedades globalizadas e especializadas de hoje, caracterizadas pela diversidade (que é o que os movimentos neo-nazi-fascistas atacam, acusando-a de ser a fonte de todos os males) haver conspirações organizadas em torno das vontades dos Bill Gates deste mundo?

As evidências mostram que a resposta é sim. Mas, ao mesmo tempo, para que tal resposta corresponda a alguma verdade palpável será indispensável a improvável cumplicidade de organizações internacionais e multilaterais, partidos e estadistas concorrentes e inimigos entre si, a ignorância cúmplice das profissões médicas por todo o mundo. Que isso aconteça na China ou na Coreia do Norte ou na Venezuela, onde a censura e a lavagem ao cérebro atingiram uma eficácia inauditas, talvez permitisse alguma averiguação. Mas no mundo livre e global poderá uma tal coisa ocorrer?

As evidências mostram que a resposta é sim. Mas não queremos sequer pensar que isso esteja a acontecer. Sobretudo os nossos dirigentes, políticos e jornalistas profissionais, humanos como nós, recusam-se a pensar que isso possa estar a acontecer. Então os nossos representantes, em conjunto com a União Europeia, conjugados com as outras grandes potências, estão a usar o surgimento de uma nova estirpe de vírus para impor uma pandemia à humanidade? E os médicos colaboram com isso?

(continua)

A segunda parte deste artigo está disponível aqui.

Partilhar Artigo

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on google
Google+
Artigos recentes
Inscreva-se no blog por e-mail

Digite seu endereço de e-mail para se inscrever neste blog e receber notificações de novos posts por e-mail.

Join 324 other subscribers

Número de visualizações
  • 1.091.741 hits

9 respostas

Deixe o Seu Comentário!

%d bloggers like this: