16 Propostas de iniciativas Digitais para combater o segundo surto da COVID-1 em Lisboa

16 Propostas de iniciativas Digitais para combater o segundo surto da COVID-1 em Lisboa

Inteligência Colaborativa:

1.
Desenvolver uma Plataforma Online pública que permita agregar a inteligência coletiva dos developpers e criar ferramentas de open-source, com um concurso anual e prémios de montantes significativos.

Economia:

2.
Desenvolver a integração de dados de produção (Open Data), serviços e necessidades de todas as unidades industriais e de armazenamento existentes em Lisboa por forma a obter dados em tempo real que permitam combater problemas na distribuição e produção

3.
Criar um Fundo Social Autárquico para financiar a extensão de períodos de conversão profissional de todos os que tenham perdido o emprego por via do desenvolvimento tecnológico. Incorporar neste fundo acções de formação em TI dadas por voluntários ligados ao meio académico e profissional.

4.
Criar uma Iniciativa “Papel Zero” na CML tornando opcional ou alternativa, numa primeira fase, todos os processos que implicam o envio ou o processamento de papel e numa segunda tornando tal opção obrigatória. Com menos papel: haveria menos custos e menos um veículo possível de contágio.

5.
Replicar o conceito da seedrs.com e criar na rede da CML um site que permita recolher pequenos financiamentos (por MB ou MBway) ao comércio tradicional em Lisboa. Cofinanciar (numa percentagem simbólica) esses projectos e distribuir depois dividendos promovendo, simultaneamente, a capitalização do comércio local.

Saúde:

6.
Disponibilizar aos Centros de Saúde de Lisboa motos eléctricas de um parque partilhado e integrar toda esta rede num sistema de “dados abertos sempre” e com georeferenciação para mais ágil uso destes recursos.

7.
Distribuir máscaras e testes rápidos (um por cidadão por dia) através da rede de farmácias de Lisboa. Manter uma base de dados única de nível nacional e monitorizar quebras de stock em tempo real para poder reagir em tempo real. Colocar esses dados em Dados Abertos.

8.
Usar uma lógica de “dados abertos sempre” para todos os dados produzidos pelas diversas organizações da CML relacionados com a COVID-19.

9.
Criar uma aplicação móvel que a rede de voluntários já identificada pela CML possa usar para – em entregas de muito curta distância – para fazerem entregas do comércio local aos seus vizinhos que estão em confinamento ou que pertencem a um grupo de risco COVID-19

10.
A partir da rede de bibliotecas municipais criar uma App móvel que permita a entrega em casa de livros pedidos por moradores.

Investigação Científica:

11.
Criar um OP Científico para Lisboa que premeia projectos de investigação científica relacionados com o combate à COVID-19 e onde poderão votar, professores, funcionários e alunos das Universidades e Institutos Politécnicos da cidade.

Acessibilidade à Internet:

12.
Vários estudos demonstram que os países com acesso à Internet mais alargado e servidores mais seguros apresentam maior resiliência a epidemias como a COVID-19:
Criar Redes WiFi abertas em todos os parques e praças de Lisboa.

13.
Mapear as redes WiFi abertas de Lisboa e publicar, regulamente, esse mapa no site da CML (e em Dados Abertos).

14.
Criar estímulos financeiros para que todos os cidadãos domésticos e empresas possam ter reservada parte das suas redes para uma rede WiFi aberta em Lisboa.

Cidadãos Seniores:

15.
Assistentes Pessoais Digitais: Tendo em conta o crescimento da população sénior que vive sozinha em Lisboa e a importância do seu envolvimento na vida das comunidades para as mesmas e para a sua própria saúde e condição geral de vida desenvolver e distribuir sistemas de reconhecimento de voz “Personal Interactive Assistant” (alexa ou google home) que possam facilitar a sua vida independente e ajudar em situação de saúde como a Parkinson ou Alzheimer e garantir que continuam a poder viver sozinhas sem necessidade de internamento numa instituição (com os custos pessoais, sociais e a redução de vida que isso, geralmente, implica). Estes sistemas facilitariam o diálogo social entre estes cidadãos, monitorizar por parte de entidades públicas autárquicas e do SNS a sua condição de saúde física e mental e através da gamificação medir regularmente a mesma.

16.
Cofinanciar o desenvolvimento com parceiros privados braceletes bluetooth que abrem portas (de condomínios ou de casas conhecidas (familiares ou amigos), botões de pânico (ligados a redes móveis) e que permitem a uma rede de voluntários mobilizados pelas autarquias locais) e familiares saberem sempre onde estão.

Enviada à CML

Rui Martins

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