The Great Reset: Pandemia Programada e o Novo Modelo Socioeconómico da NOM

O ano de 2020 ficou marcado não só por uma pandemia que se abateu subitamente sobre o mundo, como pela maior “limpeza” e censura nas redes sociais, desde o início da internet. Foram censurados e bloqueados em 2020 mais utilizadores de redes sociais do que em todos os anos anteriores. Todas as notícias que revelavam informações sobre a Covid-19 ou o novo coronavírus, que não fossem as versões “oficiais” eram apagados, bloqueados, classificados como informações parcialmente ou totalmente incorretas e os seus utilizadores bloqueados por dias ou até meses. Alguns perfis foram mesmo bloqueados e apagados, devido a publicações sistemáticas deste tipo. O que já faziam os moderadores de conteúdos com algum cuidado para não excederem certas regras de ética social, passou a ser extensivo às mais pequenas subtilezas, sempre que o tema da pandemia envolvia possíveis conspirações ou corrupções. Alguns países menos democráticos fizeram mesmo censuras mais profundas e até efetuaram prisões.

Mas afinal, qual a razão de tanto controle sobre o que se falava acerca da pandemia e do novo coronavírus?

A razão principal é que muitas informações que circulavam poderiam comprometer o grande plano de brainwashing que os media tradicionais estavam a levar a cabo nas televisões, internet e jornais físicos. Vejamos o caso de Portugal, em que os noticiários passaram a ser um desfilar de informações sobre Covid-19, nos mais variados formatos: declarações do Primeiro-ministro, declarações do Presidente d República, declarações da Ministra da Saúde e da Diretora da Direção-Geral de Saúde, declarações de Estados de Emergência, declarações do Presidente da OMS, declarações de médicos, declarações de especialistas, estatísticas diárias de óbitos, infetados, estatísticas mundiais, europeias e depois uma série de informações relacionadas com medicamentos, tratamentos, vacinas. Um turbilhão de informação planeada, embrulhada e enviada aos nossos terminais de televisão ou de internet, para que não pudéssemos pensar em mais nada, a não ser naquela informação “oficial”. Durante 2020 os noticiários apenas falaram de Covid-19, essencialmente. Tudo o resto era apelidado de fakenews e vários canais criaram até rúbricas dedicadas a separar o trigo do joio, como foi o caso do “Polígrafo” da SIC. Mas por detrás desta onda de informação controlada, parece vir um tsunami de mudanças sociopolíticas que a maioria da população mundial prefere ignorar, pelo menos para já, ou até ser demasiado tarde para agir.

Em 2020, no ano em que o World Economic Forum (WEF) cumpriu 50 encontros anuais, o mundo viveu um lockdown de escala planetária e a pandemia mais global de sempre. A economia mundial parou e os políticos fizeram aplicar regras de exceção aos seus cidadãos que, na sua maioria, se sobrepuseram a uma verdadeira lógica para combater com eficácia um vírus tão contaminante e perigoso, já que em muitos casos eram apenas recomendações, o que relativizava desde logo a eficácia anunciada. Desde o primeiro momento, ainda em 2019 e logo a seguir ao Event 201 – A Global Pandemic Exercise (onde se debateu em profundidade a necessidade de criar planos contra possíveis pandemias globais), que a World Health Organization (WHO) e as United Nations (UN) intervieram de forma extensa e diária publicamente para estabelecerem as linhas gerais do “discurso pandémico oficial” e do pânico necessários a criar junto da população mundial. Também a União Europeia (UE) e a European Commission (EC) rapidamente adotaram o mesmo discurso. E logo de seguida o World Economic Forum (WEF), o qual surpreendeu o mundo com o seu enigmático título para a sua grande iniciativa de 2020: The Great Reset, a qual visa essencialmente aproveitar esta grande paragem para, basicamente, mudar até à raiz todo o modelo económico-social e tecnológico do século XX, ou seja acabar com o capitalismo tal como o conhecíamos antes da pandemia.

Apesar de ter sido preparado detalhadamente com antecedência, envolvendo muitas instituições, empresas e personalidades que lhe conferem credibilidade mediática, o novo modelo de sociedade é apresentado como uma oportunidade face à paragem mundial causada pelo novo coronavírus. Quando Klaus Martin Schwab, líder-fundador do WEF (originalmente European Symposium of Management) apresentou o “The Great Reset” na abertura do 50º Encontro desta organização (uma subsidiária direta para a economia das United Nations), como um importante novo manifesto para a sustentabilidade, salientou a necessidade de se reinventar o capitalismo. Apresentado como tema de debate aberto, este novo “redesenhar” o mundo em função da sustentabilidade necessária face à crise climática. Klaus chegou mesmo a comparar a crise pandémica à II Guerra Mundial. Enumerou prioridades como prevenir pandemias, tornar o mundo mais inclusivo e justo, tornar o mundo mais verde, colocar toda a nossa energia na descarbonização. Mas deste encontro resultaram algumas propostas surpreendentemente distópicas e preocupantes para 2030, apresentadas parcialmente num vídeo inesperado de soluções para um futuro “melhor” em modo de predição.

O “Admirável Mundo Novo” é-nos apresentado neste vídeo como as maravilhas do futuro, mas sem uma diretriz clara, sequencial ou lógica: o fim da propriedade privada, o aluguer/leasing em vez da posse de bens, a entrega dos mesmos por drone, o fim dos EUA como maior potência mundial, o assumir da NOM (Nova Ordem Mundial) em modo Federação, a “impressão” de órgãos em vez de transplante, a redução substancial da carne na nossa dieta, as mudanças climáticas gerarão deslocações de milhões de pessoas anualmente, os refugiados têm de ser mais bem geridos e recebidos, poluidores terão de pagar uma taxa de carbono, a taxa única de carbono provocará o abandono significativo dos combustíveis fósseis, a exploração de Marte será uma realidade, a vida no espaço será cada vez mais confortável e natural, os cientistas tentarão procurar outras formas de vida no espaço, os valores ocidentais serão testados ao limite. Mas este vídeo promocional do novo modelo económico é omisso nas explicações do porquê destas soluções apresentadas.

Então estas ideias soltas são o resultado dos últimos encontros polémicos em Davos, do WEF onde participaram algumas personalidades e think tanks, pertencentes às maiores corporações e organizações mundiais, as quais estão totalmente nas mãos da oligarquia mundial?

Numa análise brilhante, a canadiana conhecida na internet como Amazing Polly, pelos seus vídeos reveladores da teia da pandemia de 2020, que lhe custaram ser banida do Youtube, revela em 36 minutos as caras por detrás de diversas instituições, empresas e universidades ligadas ao lobby das vacinas que lucraram biliões com toda a gestão da pandemia, até ao momento. É um vídeo bem explicado , analítico mas sintético e merece a nossa plena atenção. Numa investigação detalhada, Polly evidencia o lobby que originou meticulosamente a estratégia globalista da Nova Ordem Mundial (NOM) para dar início ao “The Great Reset”. Revela ainda imagens do Event 201 onde um conjunto de “especialistas” em pandemias simularam a morte de 65 milhões de pessoas em 18 meses, com vista a efetuarem cenários de crise e de resposta. Durante o evento chegou-se à conclusão que as várias organizações que participaram no evento necessitavam de fundos para poderem fazer face a pandemias globais. O evento foi realizado em outubro de 2019 e um mês depois, a 17 de novembro apareceu em Wuhan o primeiro caso de SARS-CoV-2.

Por ter sido brilhante demais na sua investigação, os vídeos da “Amazing Polly” foram banidos e esta literalmente “apagada” das redes sociais tradicionais pertencentes também à oligarquia detentora de toda a riqueza do mundo, a há muito designada como NWO. Nos últimos meses, também a maioria dos vídeos que referiam a NOM ou NWO, de caráter conspiratório foram massivamente apagados do Youtube e de outras plataformas digitais, com a justificação de serem falácias, mentiras, spam ou fakenews. Isso reforça a ideia que a Nova Ordem Mundial está a eliminar os seus detratores digitais, porque finalmente chegou a vez de assumir o poder publicamente, sem medo, e sabe a força que as redes sociais podem atingir no desmantelamento de teias de corrupção ou totalitarismos sociopolíticos. Porque o plano de fundo é substituir a maioria dos atores financeiros do século XX e imprimir uma mudança forçada e acelerada de novos atores, num completamente novo xadrez empresarial.

No brilhante livro How Will Capitalism End, o sociólogo de economia Wolfgang Streeck já em 2016 anunciava o fim do capitalismo como o conhecemos, ou seja, o modelo do pós-guerra. O crescimento infinito não é possível e dará lugar a uma estagnação que levará a uma inevitável mudança radical de paradigma socioeconómico. O fim da união democracia-capitalismo. As instituições reguladoras que antes condicionavam os excessos do setor financeiro colapsaram com a vitória final do capitalismo desregulado desde o fim da Guerra Fria. Nenhuma instituição pública é agora capaz de fazer regredir a liberalização dos mercados. A pandemia acelerou artificial e abruptamente o declínio de crescimento em múltiplos setores da economia, a oligarquia mundial domina agora toda a riqueza, o setor público está a encolher a sua esfera de atuação, a corrupção está instalada e instituída uma anarquia internacional. E para tudo isto não há cura, para os próximos tempos, pelo menos. A economia está em crescimento rápido mas em esquema de pirâmide. Os Estados acumularam dívida pública que apenas cresce, mas nunca se vai pagar. E quanto maior é o PIB mais aumenta a dívida pública.

O sistema tornou-se altamente perverso e o conceito de economia tradicional chegou mesmo a ser invertido, nalguns casos. Por exemplo, para o comum mortal já não compensa investir em aplicações de poupança porque os juros de capitalização são quase nulos. O mercado de valores conseguiu assim atrair para si todos os investidores de forma direta, até mesmo os pequenos investidores, que ficam destinados à maioria dos ativos mais tóxicos. O risco é, por isso exponencialmente maior para estes. Por outro lado, os bancos centrais “ajudam” os governos falidos e as grandes empresas com juros de 0% administrativamente, eliminando assim a competitividade dos bancos comerciais que deixam de ser uma opção atrativa nos mercados dos seu aforradores. Para não falirem pedem ajuda aos bancos centrais, onde se podem financiar a custo zero, pois aqueles podem imprimir moeda, sem limites. Assim, os bancos centrais forçam os investidores a procurarem desesperadamente os mercados de capitais como alternativa de investimento, em investimentos arriscadamente especulativos e perigosos, o que ajuda a desequilibrar os mercados de empresas de menor dimensão. E neste jogo de desespero, as empresas norte-americanas, grandes conhecedoras e influentes nas suas bolsas nacionais, manipulam facilmente todo a estratégia. Não é de admirar que o índice NASDAQ 100 tenha subido quase 1000% entre 2009 e 2020.

Mesmo em 2020, com muitos negócios a sofrerem perdas significativas, o mercado bolsista pouco foi afetado. O mesmo índice NASDAQ 100 registou uma subida de 45%, enquanto a classe média sofria uma perda de poder de compra vertiginosa. Por isso as empresas tecnológicas e digitais foram tão favoráveis ao lockdown, porque os seus lucros nunca subiram tão rápido, pela sobrevalorização das suas acções em bolsa. Por esta mesma razão, mais vagas pandémicas e de lockdowns virão nos próximos meses e anos até à eliminação de toda a concorrência. Novas estirpes aparecerão, mais contagiosas e perigosas, como aliás já está a acontecer, para que sejam prolongados confinamentos sucessivos, intermitentes ou continuados. A vacinação, no meio de todo este processo, é apenas um excelente investimento de negócio de algumas empresas, Estados e instituições que ganham biliões pagos diretamente dos cofres dos Estados, impressos nas máquinas de fazer moeda dos bancos centrais. E com a passagem a moeda digital muito brevemente, a produção desta moeda, será a custo zero, aumentando ainda mais as recitas do Estado neste engenhoso processo financeiro em pirâmide. O dólar colapsará brevemente e o bitcoin é apenas outro esquema temporário, em pirâmide, para absorver os muitos biliões de negócios da economia paralela ou informal que já não conseguem entrar na banca tradicional.

Como se isto não bastasse, brevemente os Estados obrigarão TODOS os seus cidadãos a vacinarem-se pois todos os intervenientes ganham com cada dose. É essa a razão pela qual já estão a ameaçar veladamente aqueles que não aceitarem a vacina. Ficarão com as suas vidas bastante condicionadas. Porque ao estarem confinados em suas casas, estão também a aumentar os lucros dos gigantes tecnológicos. Em resumo, neste momento, tal e como está montado o atual modelo económico, as grandes empresas sobreviventes, ganham dinheiro de qualquer forma. Até conseguiram livrar-se de custos fixos de consumos nos seus escritórios e passá-los em muitos casos, para a carteira dos seus funcionários em teletrabalho. E ao digitalizarem muitos dos seus serviços, devido à pandemia, tiveram poupanças em material e pessoal que lhes permitiu reduzirem perdas, aumentar os seus lucros e ainda justificar despedimentos de muitos “pesos mortos” e downsizing’s massivos. O capitalismo selvagem está em alta. Micro, pequenas e médias empresas e comércio tradicional estão condenados a muito curto prazo. E os governos atiram migalhas a estes empresários, emprestando-lhes dinheiro a juros, para que se afundem ainda mais rapidamente.

Os empresários que falirem já não poderão abrir novas empresas e ficarão com acessos muito condicionados aos bancos comerciais. Este é o maior esquema da história da humanidade da transferência de riqueza. Os cidadãos possuirão moeda desvalorizada e a oligarquia títulos de propriedade de milhões. Então os Estados instituirão o Rendimento Mínimo como a base de rendimento da maioria dos seus cidadãos falidos pela ausência de proteção do Estado aos seus próprios cidadãos. Os preços subirão em flecha porque agora o capitalismo selvagem passou a chamar-se totalitarismo económico. As megaempresas que sobreviverão a este esquema passarão a mandar no mundo e ditarão as suas leis aos escravos, escalão do qual estarão excluídos apenas os empresários autorizados, os políticos e as forças militares. Mas até lá, vamos passar por muitas etapas intermédias, todas elas sucessivamente piores. Para os próximos tempos prevê-se que os lockdowns, ao afundarem a economia empresarial, permitem ao Banco Central aproximar-se da UE e negociar novamente as dívidas dos países mais fracos através do FMI.

A 4.ª bancarrota prepara-se para atracar na nossa jangada de pedra. Adeus Portugal. Viva a NOM.

Texto de Pedro M. Duarte

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